quinta-feira, 20 de junho de 2013

PAI NOSSO


PAI NOSSO
COMPROMISSO 
ORAR COM O CORAÇÃO, POIS NÃO ADIANTA EU REZAR O PAI NOSSO SE NÃO ESTOU DISPOSTO A PERDOAR.
VER
ORAR É CONVERSAR COM DEUS, MAS DEUS NÃO CONVERSA COM QUEM TEM ÓDIO E MÁGOA EM SEU CORAÇÃO DEUS AMA O PECADOR, MAS ODEIA O PECADO.
JULGAR 
JESUS NOS ENSINA A REZAR O PAI NOSSO E A PEDIR PERDÃO DAS COISAS ERRADAS QUE FAZEMOS.
QUANDO NÃO PERDOAMOS, DEUS TAMBÉM NÃO NOS PERDOA.
AS VEZES, FICAMOS TRISTE PORQUE PERDOAMOS UMA PESSOAS DE CORAÇÃO OU PEDIMOS PERDÃO E NOTAMOS QUE A PESSOA NOS PERDOOU MAS FOI DE CORAÇÃO.
ESSA TRISTEZA NÃO DEVE FAZER MORADA EM NOSSO CORAÇÃO, PORQUE DEUS JÁ ME PERDOOU E A PESSOA QUE NÃO TEM DEUS NO CORAÇÃO E NÃO PERDOA, SÓ DEUS PODE RESOLVER ISSO.
NOSSA OBRIGAÇÃO É ORAR PARA QUE DEUS DE A ELA UM CORAÇÃO MANSO E HUMILDE CAPAZ DE PERDOAR
SETE PEDIDOS DO PAI NOSSO:
PRIMEIRO PEDIDO SANTIFICADO SEJA O TEU NOME 
É SABER QUE DEUS É SANTO.
DEUS DEVE SER CONHECIDO, AMADO E SERVIDO POR TODOS NÓS.
SEGUNDO PEDIDO: VENHA A NÓS VOSSO REINO 
DEUS QUER QUE SEU REINO DE JUSTIÇA E VERDADE CHEGUE A CADA HOMEM.
TERCEIRO PEDIDO:SEJA FEITA VOSSA VONTADE ASSIM NA TERRA COMO CÉU
PARA FAZER A VONTADE DEUS BASTA SEGUIR OS 10 MANDAMENTOS.
VIVER A TRIBULAÇÃO COM CALMA ENTREGANDO TUDO A DEUS.
O QUE VIVEMOS SEREMOS NO CÉU, SE BUSCAMOS A SANTIDADE IREMOS PARA CASA DO PAI.
QUARTO PEDIDO:O PÃO NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE
PEDIMOS O ALIMENTO ESPIRITUAL, O PÃO DESCIDO DO CÉUS QUE AUMENTA NOSSO FÉ E O PÃO MATERIAL QUE SUSTENTA NOSSO CORPO.
O PÃO DEVE SER PARTILHADO PARA QUE NINGUÉM TENHA FOME.
QUINTO PEDIDO: PERDOAR AS NOSSA DIVIDAS COMO PERDOAMOS OS NOSSO DEVEDORES
PEDIMOS PERDÃO A DEUS DE NOSSOS E A GRAÇA DE PERDOAR QUE NOS OFENDE.
DESEJAR SER PERDOADÉ TORNAR NA ENCONTRAR O AMOR DE DEUS.
SEXTO PEDIDO: E NÃO NOS DEIXEI CAIR EM TENTAÇÃO
PEDIMOS DEUS QUE NOS AJUDE A NÃO FAZERMOS COISAS ERRADAS.
SÉTIMO PEDIDO: MAS LIVRAI-NOS DO MAL
PEDIDOS A DEUS PARA NÃO PECARMOS COM O QUAL SELAMOS A INIMIZADE COM DEUS.
NÃO ENCHA SEU CORAÇÃO DO MAL QUE VEM DO INIMIGO, POIS É O DONO ABSOUTO DE SEU CORAÇÃO. AGIR
OS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS DEVEM TER EM MENTE OS SETE PEDIDOS DE DEUS QUE ESTÃO NO PAI NOSSO, PORQUE DEUS QUER QUE SEU REINO SEJA IMPLANTADO NA TERRA.
REVER
AS SETE PETIÇÕES
2803. Depois de nos termos posto na presença de Deus nosso Pai para O adorarmos, amarmos e bendizermos, o Espírito filial faz brotar dos nossos corações sete petições, que são sete bênçãos. As três primeiras, mais teologais, atraem-nos para a glória do Pai; as quatro últimas, como caminhos para Ele, expõem a nossa miséria à sua graça. «Abismo atrai abismo» (Sl 42, 8).
2804. O primeiro conjunto leva-nos até Ele, para Ele: o vosso nome, o vosso Reino, a vossavontade! É próprio do amor pensar, em primeiro lugar, n' Aquele que amamos. Em cada um dos três pedidos, nós não «nos» nomeamos, mas o que nos move é o «desejo ardente», é mesmo «a ânsia» do Filho bem-amado pela glória de seu Pai (55): «Santificado seja [...]. Venha [...]. Seja feita...». Estas três súplicas já foram atendidas no sacrifício de Cristo salvador, mas agora estão orientadas, na esperança, para o seu cumprimento final, enquanto Deus ainda não é tudo em todos (56).
2805. O segundo conjunto de petições segue a dinâmica de certas epicleses eucarísticas: é oferenda das nossas expectativas e atrai o olhar do Pai das misericórdias. Parte de nós e diz-nos respeito já agora, neste mundo: «Dai-nos [...], perdoai-nos [...], não nos deixeis [...], livrai-nos...». A quarta e quinta petições dizem respeito à nossa vida, como tal, quer para a alimentar, quer para a curar do pecado. As duas últimas dizem respeito ao nosso combate pela vitória da vida, que é o próprio combate da oração.
2806. Pelas três primeiras petições, somos confirmados na fé, repletos de esperança e abrasados pela caridade. Criaturas e, para além disso, pecadores, devemos pedir por nós – um «nós» à medida do mundo e da história – que entregamos ao amor sem medida do nosso Deus. Pois é pelo nome do seu Cristo e pelo Reino do seu Espírito Santo que o nosso Pai realiza o seu desígnio de salvação para nós e para todo o mundo.
I. «Santificado seja o vosso nome»
2807. A palavra «santificar» deve ser entendida, aqui, antes de mais, não no seu sentido causativo (só Deus santifica, torna santo), mas sobretudo num sentido estimativo: reconhecer como santo, tratar de um modo santo. É assim que, na adoração, esta invocação é por vezes entendida como louvor e acção de graças (57). Mas esta petição é-nos ensinada por Jesus na forma optativa: um pedido, um desejo, e expectativa na qual Deus e o homem estão empenhados. Desde a primeira petição ao nosso Pai, mergulhamos no mistério íntimo da sua divindade e no drama da salvação da nossa humanidade. Pedir-Lhe que o seu nome seja santificado é envolvermo-nos «no desígnio benevolente que Ele de antemão formou a nosso respeito» (Ef 1, 9), para que «sejamos santos e imaculados diante d'Ele, no amor» (Ef 1, 4).
2808. Nos momentos decisivos da sua economia, Deus revela o seu nome; mas revela-o realizando a sua obra. Ora esta obra só se realiza, para nós e em nós, se o seu nome for santificado por nós e em nós.
2809. A santidade de Deus é o foco inacessível do seu mistério eterno. Ao que dela se manifestou na criação e na história, a Escritura chama Glória, a irradiação da sua majestade (58). Ao fazer o homem «à sua imagem e semelhança» (Gn 1, 26), Deus «coroa-o de glória» (59), mas, ao pecar, o homem é «privado da glória de Deus» (60). Desde então, Deus vai manifestar a sua santidade revelando e dando o seu nome, para restaurar o homem «à imagem do seu Criador» (Cl 3, 10).
2810. Na promessa feita a Abraão e no juramento que a acompanha (61), Deus compromete-Se a Si mesmo, mas sem revelar o seu nome. É a Moisés que começa a revelá-Lo (62), e manifesta-O aos olhos de todo o povo salvando-o dos Egípcios: «revestiu-Se de glória» (Ex 15, 1). A partir da Aliança do Sinai, este povo é «seu» e deve ser uma «nação santa» (ou consagrada; em hebreu é a mesma palavra) (63), porque o nome de Deus habita nela.
2811. Ora, apesar da Lei santa que o Deus santo lhe deu e tornou a dar (64), e muito embora o Senhor, «por respeito pelo seu nome», usasse de paciência, o povo desviou-se do Santo de Israel e «profanou o seu nome entre as nações» (65). Por isso, os justos da Antiga Aliança, os pobres retornados do exílio e os profetas arderam de paixão pelo Nome.
2812. Finalmente, é em Jesus que o nome do Deus santo nos é revelado e dado, na carne, como salvador (66): revelado pelo que Ele é, pela sua Palavra e pelo seu sacrifício (67). É o coração da sua oração sacerdotal: «Pai santo, [...] por eles Eu me consagro para que também eles sejam consagrados na verdade» (Jo 17, 19). Porque Ele próprio «santifica» o seu nome (68), é que Jesus nos «manifesta» o nome do Pai (69). No termo da sua Páscoa é que o Pai Lhe dá então o nome que está acima de todo o nome: Jesus é Senhor para glória de Deus Pai (70).
2813. Na água do Baptismo, nós fomos «purificados, santificados, justificados pelo nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus» (1 Cor 6, 11). Em toda a nossa vida, o nosso Pai chama-nos «à santidade» (1 Ts 4, 7) e, uma vez que é por Ele que nós estamos em Cristo Jesus, «o qual Se tornou para nós [...] santidade» (1 Cor 1, 30), interessa à sua glória e à nossa vida que o seu nome seja santificado em nós e por nós. Tal é a urgência da nossa primeira petição.
«Por quem poderia Deus ser santificado se é Ele próprio quem santifica? Mas porque Ele mesmo disse: "sede santos, porque Eu sou santo" (Lv 14, 44), nós que fomos santificados no Baptismo, pedimos e rogamos para perseverar no que começámos a ser. E isso nós o pedimos todos os dias. Precisamos de uma santificação quotidiana para que, incorrendo em faltas todos os dias, todos os dias sejamos delas purificados por uma santificação assídua [...] Portanto, oramos para que esta santificação permaneça em nós» (71).
2814. Depende inseparavelmente da nossa vida e da nossa oração que o seu nome seja santificado entre as nações:
«Pedimos a Deus que o seu nome seja santificado, porque é pela santidade que Ele salva e santifica toda a criação. [...] Este é o nome que dá a salvação ao mundo perdido. Mas nós pedimos que este nome de Deus seja santificado em nós pela nossa actuação. Porque se nós agirmos bem, o nome de Deus é bendito; mas é blasfemado se agirmos mal. Escuta o que diz o Apóstolo: "O nome de Deus é blasfemado entre as nações, por causa de vós" (Rm 2, 24) 72. Nós, portanto, pedimos para merecermos ter nos nossos costumes tanta santidade, quanto é santo o nome de Deus» (73).
«Quando dizemos: "Santificado seja o vosso nome", pedimos que ele seja santificado em nós que estamos n'Ele, mas também nos outros, por quem a graça de Deus ainda está à espera, para nos conformarmos com o preceito que nos obriga a orar por todos, mesmo pelos nossos inimigos. É por isso que nós não dizemos expressamente: santificado seja o vosso nome "em nós", porque pedimos que o seja em todos os homens» (74).
2815. Esta petição, que as inclui todas, é atendida pela oração de Cristo, como as restantes seis petições que se seguem. A oração que fazemos ao nosso Pai é nossa, se for rezada «em nome» de Jesus (75). Na sua oração sacerdotal, Jesus pede: «Pai santo, guarda em teu nome aqueles que Me deste» (Jo 17, 11).
II. «Venha a nós o vosso Reino»
2816. No Novo Testamento, a mesma palavra « basileia» pode traduzir-se por realeza (nome abstracto), reino (nome concreto) ou reinado (nome de acção). O Reino de Deus está diante de nós. Aproximou-se no Verbo encarnado, foi anunciado através de todo o Evangelho, veio na morte e ressurreição de Cristo. O Reino de Deus vem desde a santa ceia e, na Eucaristia, está no meio de nós. O Reino virá na glória, quando Cristo o entregar a seu Pai:
«É mesmo possível [...] que o Reino de Deus signifique o próprio Cristo, a Quem todos os dias desejamos que venha e cuja Vinda queremos que aconteça depressa. Do mesmo modo que Ele é a nossa ressurreição, pois n'Ele ressuscitamos, assim também pode ser Ele próprio o Reino de Deus, porque n'Ele reinaremos» (76).
2817. Esta petição é o «Marana Tha», o clamor do Espírito e da esposa: «Vem, Senhor Jesus!»:
«Mesmo que esta oração não nos tivesse imposto o dever de pedir a vinda deste Reino, teríamos espontaneamente soltado este grito, com pressa de irmos abraçar o objecto das nossas esperanças. As almas dos mártires, sob o altar de Deus, invocam o Senhor com grandes gritos: "Até quando, Senhor, até quando tardarás em pedir contas do nosso sangue aos habitantes da terra?" (Ap 6, 10). Eles devem, com efeito, alcançar justiça, no fim dos tempos. Apressa, portanto, Senhor, a vinda do Teu Reino!» (77).
2818. Na oração do Senhor, trata-se principalmente da vinda final do Reino de Deus pelo regresso de Cristo (78). Mas este desejo não distrai a Igreja da sua missão neste mundo, antes a empenha nela. Porque, desde o Pentecostes, a vinda do Reino é obra do Espírito do Senhor, «para continuar a sua obra no mundo e consumar toda a santificação» (79).
2819. «O Reino de Deus [...] é justiça, paz e alegria no Espírito Santo» (Rm 14, 17). Os últimos tempos em que nos encontramos são os da efusão do Espírito Santo. Trava-se desde então um combate decisivo entre «a carne» e o Espírito (80):
«Só um coração puro pode dizer com confiança: "Venha a nós o vosso Reino". É preciso ter passado pela escola de Paulo para dizer: "Que o pecado deixe de reinar no vosso corpo mortal" (Rm 6, 12). Quem se conserva puro nos seus actos, pensamentos e palavras é que pode dizer a Deus: "Venha a nós o vosso Reino!"» (81).
2820. Discernindo segundo o Espírito, os cristãos devem distinguir entre o crescimento do Reino de Deus e o progresso da cultura e da sociedade em que estão inseridos. Esta distinção não é uma separação. A vocação do homem para a vida eterna não suprime, antes reforça, o seu dever de aplicar as energias e os meios recebidos do Criador no serviço da justiça e da paz neste mundo (82).
2821. Esta petição é feita e atendida na oração de Jesus (83), presente e eficaz na Eucaristia; ela produz o seu fruto na vida nova segundo as bem-aventuranças (84).
III. «Seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu»
2822. É vontade do nosso Pai «que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tm 2, 3-4). Ele «usa de paciência [...], não querendo que ninguém se perca» (2 Pe 3, 9) (85). O seu mandamento, que resume todos os outros e nos diz toda a sua vontade, é que nos amemos uns aos outros como Ele nos amou (86).
2823. Ele «manifestou-nos o mistério da sua vontade, segundo o bene­plácito que nele de antemão estabeleceu [...]: instaurar todas as coisas em Cristo [...]. Foi n'Ele também que fomos escolhidos como sua herança, predestinados de acordo com o desígnio daquele que tudo opera de acordo com a decisão da sua vontade» (Ef 1, 9-11). Nós pedimos com empenho que este plano benevolente se realize por completo na terra, como já se cumpre no céu.
2824. Foi em Cristo e pela sua vontade humana que a vontade do Pai se cumpriu perfeitamente e duma vez para sempre. Ao entrar neste mundo, Jesus disse: «Eu venho, [...] ó Deus, para fazer a tua vontade» (Heb 10, 7) (87). Só Jesus pode dizer: «Faço sempre o que é do seu agrado» (Jo 8,29). Na oração da sua agonia, Ele conforma-Se totalmente com esta vontade: «Não se faça a minha vontade, mas a tua» (Lc 22, 42) (88). Eis por que Jesus «Se entregou pelos nossos pecados [...] consoante a vontade de Deus» (Gl 1, 4). «Em virtude dessa mesma vontade é que nós fomos santificados, pela oferenda do corpo de Jesus Cristo » (Heb 10, 10).
2825. Jesus, «apesar de ser Filho, aprendeu, por aquilo que sofreu, o que é obedecer» (Heb 5, 8). Com quanto mais razão nós, criaturas e pecadores, que n'Ele nos tornamos filhos de adopção! Nós pedimos ao nosso Pai que una a nossa vontade à do seu Filho, para que se cumpra a vontade d'Ele, o seu plano de salvação para a vida do mundo. Somos radicalmente impotentes para tal, mas unidos a Jesus e com o poder do seu Espírito Santo, podemos entregar-Lhe a nossa vontade e decidir escolher o que o seu Filho sempre escolheu: fazer o que é do agrado do Pai (89):
«Aderindo a Cristo, podemos tornar-nos um só espírito com Ele e assim cumprir a sua vontade; desse modo, ela será feita na terra como no céu» (90). «Considerai como Jesus Cristo nos ensina a ser humildes, fazendo-nos ver que a nossa virtude não depende só do nosso trabalho, mas da graça de Deus. Aqui, Ele ordena a todo o fiel que ora a fazê-lo de modo universal, por toda a terra. Porque não diz "seja feita a vossa vontade" em mim ou em vós, mas "em toda a terra": para que dela seja banido o erro e nela reine a verdade, o vício seja destruído e a virtude refloresça, e para que a terra deixe de ser diferente do céu» (91).
2826. É pela oração que podemos discernir qual é a vontade de Deus (92) e obter perseverança para a cumprir (93). Jesus ensina-nos que se entra no Reino dos céus, não por palavras, mas «fazendo a vontade do meu Pai que está nos céus» (Mt 7, 21).
2827. «Se alguém honrar a Deus e cumprir a sua vontade, Ele o atende» (Jo 9, 31) (94). Tal é o poder da oração da Igreja feita em nome do seu Senhor, sobretudo na Eucaristia; ela é comunhão de intercessão com a santíssima Mãe de Deus (95) e com todos os santos que foram «agradáveis» ao Senhor por não terem querido senão a sua vontade:
«Podemos ainda, sem trair a verdade, traduzir estas palavras: "seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu" por estoutras: na Igreja como em nosso Senhor Jesus Cristo; na esposa que Lhe foi desposada, como no esposo que cumpriu a vontade do Pai» (96).
IV. «O pão nosso de cada dia nos dai hoje»
2828«Dai-nos»: como é bela a confiança dos filhos, que tudo esperam do Pai! «Ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e chover sobre justos e injustos» (Mt 5, 45); dá a todos os seres vivos «de comer a seu tempo» (Sl 104, 27). É Jesus quem nos ensina esta petição que, de facto, glorifica o nosso Pai porque é o reconhecimento de quanto Ele é bom, acima de toda a bondade.
2829«Dai-nos» é também expressão da Aliança: nós somos d'Ele e Ele é nosso, é para nós. Mas este «nós» reconhece-O também como Pai de todos os homens, e nós pedimos-Lhe por todos, solidários com as suas necessidades e os seus sofrimentos.
2830. «O pão nosso». O Pai que nos dá a vida não pode deixar de nos dar o alimento necessário para a vida e todos os bens «convenientes», materiais e espirituais. No sermão da montanha, Jesus insiste nesta confiança filial que coopera com a providência do nosso Pai (97). Não nos incita a qualquer espécie de passividade (98), mas quer libertar-nos de toda a inquietação ansiosa e de qualquer preocupação. Assim é o abandono filial dos filhos de Deus:
«Àqueles que procuram o Reino e a justiça de Deus, Ele promete dar tudo por acréscimo. Com efeito, tudo pertence a Deus: nada faltará àquele que possui a Deus se ele próprio não faltar a Deus»(99).
2831. Mas a presença daqueles que têm fome por falta de pão revela outra profundidade desta petição. O drama da fome no mundo chama os cristãos que oram com sinceridade a assumir uma responsabilidade efectiva em relação aos seus irmãos, tanto nos seus comportamentos pessoais como na solidariedade para com a família humana. Esta petição da oração do Senhor não pode ser isolada das parábolas do pobre Lázaro (100) e do Juízo final (101).
2832. Tal como o fermento na massa, a novidade do Reino deve levedar a terra com o Espírito de Cristo (102). Há-de manifestar-se pela instauração da justiça nas relações pessoais e sociais, económicas e internacionais, sem nunca esquecer que não há nenhuma estrutura justa sem homens que queiram ser justos.
2833. Trata-se do «nosso» pão, de «um» para «muitos». A pobreza das bem-aventuranças é a virtude da partilha. Ela convida a comunicar e a partilhar os bens materiais e espirituais, não por coacção, mas por amor, para que a abundância de uns remedeie às necessidades dos outros (103).
2834. «Ora e trabalha» (104). «Orai como se tudo dependesse de Deus, e trabalhai como se tudo dependesse de vós» (105). Tendo nós feito o nosso trabalho, o alimento continua a ser uma dádiva do nosso Pai; é bom pedir-Lho dando-Lhe graças por ele. Tal o sentido da bênção da mesa numa família cristã.
2835. Esta petição e a responsabilidade que comporta valem também para outra fome de que os homens morrem: «O homem não vive só de pão, mas de toda a palavra que sai da boca do Deus»(Mt 4, 4) (106), quer dizer, da sua Palavra e do seu Sopro. Os cristãos devem mobilizar todos os esforços para «anunciar o Evangelho aos pobres». Há uma fome na terra que «não é fome de pão nem sede de água, mas de ouvir a Palavra do Senhor» (Am 8, 11). É por isso que o sentido especificamente cristão desta quarta petição tem a ver com o Pão da Vida: a Palavra de Deus, que deve ser acolhida na fé, e o corpo de Cristo, recebido na Eucaristia (107).
2836. «Hoje» é outra expressão de confiança. É o Senhor que no-la ensina (108); a nossa presunção não poderia inventá-la. Tratando-se sobretudo da sua Palavra e do corpo do seu Filho, este «hoje» não é somente o do nosso tempo mortal: é o «Hoje» de Deus:
«Se em cada dia recebes o pão, cada dia é hoje para ti. Se Cristo é para ti hoje, todos os dias Ele ressuscita para ti. Como é isso? "Tu és o Meu Filho, Eu hoje Te gerei" (Sl 2, 7). Hoje quer dizer: quando Cristo ressuscita» (109).
2837. «De cada dia». Esta palavra «epioúsios» não é usada em mais lado nenhum no Novo Testamento. Tomada num sentido temporal, é uma repetição pedagógica do «hoje» (110) para nos confirmar numa confiança «sem reservas». Tomada no sentido qualitativo, significa o necessário para a vida e, de um modo mais abrangente, todo o bem suficiente para a subsistência (111). Tomada à letra (epioúsios, «sobre-substancial»), designa directamente o Pão da Vida, o corpo de Cristo, «remédio de imortalidade» (112), sem o qual não temos a vida em nós (113). Enfim, ligado ao antecedente, é evidente o sentido celestial: «este dia» é o do Senhor, o do banquete do Reino, antecipado na Eucaristia que é já o antegozo do Reino que vem. É por isso conveniente que a liturgia Eucarística seja celebrada em «cada dia».
«A Eucaristia é o nosso pão de cada dia [...]. A virtude própria deste alimento é a de realizar a unidade a fim de que, reunidos no corpo de Cristo, tornados seus membros, sejamos o que recebemos. [...] E também são pão de cada dia as leituras que em cada dia ouvis na igreja; e os hinos que escutais e cantais, são pão de cada dia. Estes são os mantimentos necessários para a nossa peregrinação» (114).
O Pai celeste exorta-nos a pedir, como filhos do céu, o Pão celeste (115). Cristo «é Ele mesmo o Pão que, semeado na Virgem, levedado na carne, amassado na paixão, cozido no forno do sepulcro, guardado em reserva na Igreja, levado aos altares, fornece cada dia aos fiéis um alimento celeste» (116).
V. «Perdoai-nos as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido»
2838. Esta petição é surpreendente. Se comportasse somente o primeiro membro da frase – «Perdoai-nos as nossas ofensas» – poderia estar incluída implicitamente nas três primeiras petições da oração do Senhor, pois que o sacrifício de Cristo é «para a remissão dos pecados». Mas, de acordo com o segundo membro da frase, a nossa petição não será atendida sem que primeiro tenhamos satisfeito uma exigência. É uma petição voltada para o futuro e a nossa resposta deve tê-la precedido; liga-as uma expressão: «assim como».
«PERDOAI-NOS AS NOSSAS OFENSAS»...
2839. Começámos a orar ao nosso Pai com um sentimento de audaciosa confiança. Suplicando-Lhe que o seu nome seja santificado, pedimos-Lhe para sermos cada vez mais santificados. Mas, apesar de revestidos da veste baptismal, não deixámos de pecar, de nos desviar de Deus. Agora, nesta nova petição, voltamos para Ele, como o filho pródigo (117), e reconhecemo-nos pecadores na sua presença, como o publicano (118). A nossa petição começa por uma «confissão» na qual, ao mesmo tempo, confessamos a nossa miséria e a sua misericórdia. A nossa esperança é firme, pois que em seu Filho «nós temos a redenção, a remissão dos nossos pecados» (Cl 1, 14) (119). E encontramos nos sacramentos da sua Igreja o sinal eficaz e indubitável do seu perdão (120).
2840. Ora, e isso é temível, esta onda de misericórdia não pode penetrar nos nossos corações enquanto não tivermos perdoado àqueles que nos ofenderam. O amor, como o corpo de Cristo, é indivisível: nós não podemos amar a Deus, a quem não vemos, se não amarmos o irmão ou a irmã, que vemos (121). Recusando perdoar aos nossos irmãos ou irmãs, o nosso coração fecha-se, a sua dureza torna-o impermeável ao amor misericordioso do Pai. Na confissão do nosso pecado, o nosso coração abre-se à sua graça.
2841. Esta petição é tão importante que é a única na qual o Senhor volta a insistir, desenvolvendo-a no sermão da montanha (122). Esta exigência crucial do mistério da Aliança é impossível para o homem. Mas «a Deus tudo é possível» (Mt 19, 26).
«ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS A QUEM NOS TEM OFENDIDO»
2842. Este «como» não é único no ensinamento de Jesus. «Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito» (Mt 5, 48); «sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso» (Lc 6, 36); «dou-vos um mandamento novo: amai-vos uns aos outros como Eu vos amei» (Jo 13, 34). Observar o mandamento do Senhor é impossível, quando se trata de imitar, do exterior, o modelo divino. Trata-se duma participação vital, vinda «do fundo do coração», na santidade, na misericórdia e no amor do nosso Deus. Só o Espírito, que é «nossa vida» (Gl 5, 25), pode fazer «nossos» os mesmos sentimentos que existiram em Cristo Jesus (123). Então, a unidade do perdão torna-se possível, «perdoando-nos mutuamente como Deus nos perdoou em Cristo» (Ef 4, 32).
2843. Assim ganham vida as palavras do Senhor sobre o perdão, sobre este amor que ama até ao extremo do amor (124). A parábola do servo desapiedado, que conclui o ensinamento do Senhor sobre a comunhão eclesial (125), termina com estas palavras: «Assim procederá convosco o meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão do fundo do coração». É aí, de facto, «no fundo do coração», que tudo se ata e desata. Não está no nosso poder deixar de sentir e esquecer a ofensa; mas o coração que se entrega ao Espírito Santo muda a ferida em compaixão e purifica a memória, transformando a ofensa em intercessão.
2844. A oração cristã vai até ao perdão dos inimigos (126). Transfigura o discípulo, configurando-o com o seu Mestre. O perdão é o cume da oração cristã; o dom da oração só pode ser recebido num coração em sintonia com a compaixão divina. O perdão testemunha também que, no nosso mundo, o amor é mais forte que o pecado. Os mártires de ontem e de hoje dão este testemunho de Jesus. O perdão é a condição fundamental da reconciliação (127) dos filhos de Deus com o seu Pai e dos homens entre si (128).
2845. Não há limite nem medida para este perdão essencialmente divino (129). Quando se trata de ofensas (de «pecados», segundo Lc 11, 4, ou de «dívidas» segundo Mt 6, 12), de facto nós somos sempre devedores: «Não devais a ninguém coisa alguma, a não ser o amor de uns para com os outros» (Rm 13, 8). A comunhão da Santíssima Trindade é a fonte e o critério da verdade de toda a relação (130). E é vivida na oração, sobretudo na Eucaristia (131):
«Deus não aceita o sacrifício do dissidente e manda-o retirar-se do altar e reconciliar-se primeiro com o irmão: só com orações pacíficas se podem fazer as pazes com Deus. O maior sacrifício para Deus é a nossa paz, a concórdia fraterna e um povo reunido na unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (132).
VI. «Não nos deixeis cair em tentação»
2846. Esta petição atinge a raiz da precedente, porque os nossos pecados são fruto do consentimento na tentação. Nós pedimos ao nosso Pai que não nos «deixe cair» na tentação. Traduzir numa só palavra o termo grego é difícil. Significa «não permitas que entre em» (133), «não nos deixes sucumbir à tentação». «Deus não é tentado pelo mal, nem tenta ninguém» (Tg 1, 13). Pelo contrário, Ele quer livrar-nos do mal. O que Lhe pedimos é que não nos deixe seguir pelo caminho que conduz ao pecado. Nós andamos empenhados no combate «entre a carne e o Espírito». Esta petição implora o Espírito de discernimento e de fortaleza.
2847. O Espírito Santo permite-nos discernir entre a provação, necessária ao crescimento do homem interior (134) em vista duma virtude «comprovada» (135) e a tentação que conduz ao pecado e à morte (136). Devemos também distinguir entre «ser tentado» e «consentir» na tentação. Finalmente, o discernimento desmascara a mentira da tentação: aparentemente, o seu objecto é «bom, agradável à vista, desejável» (Gn 3, 6), quando, na realidade, o seu fruto é a morte.
«Deus não quer impor o bem, quer seres livres [...]. Para alguma coisa serve a tentação. Ninguém, senão Deus, sabe o que a nossa alma recebeu de Deus, nem nós próprios. Mas a tentação manifesta-o para nos ensinar a conhecermo-nos e desse modo descobrir a nossa miséria e obrigar-nos a dar graças pelos bens que a tentação nos manifestou» (137).
2848. «Não entrar em tentação» implica uma decisão do coração: «Onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração [...] Ninguém pode servir a dois senhores» (Mt 6, 21, 24). «Se vivemos pelo Espírito, caminhemos também segundo o Espírito» (Gl 5, 25). É neste «consentimento» ao Espírito Santo que o Pai nos dá a força. «Não vos surpreendeu nenhuma tentação que tivesse ultrapassado a medida humana. Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados acima das vossas forças, mas, com a tentação, vos dará os meios de sair dela e a força para a suportar» (1 Cor 10, 13).
2849. Ora um tal combate e uma tal vitória só são possíveis pela oração. Foi pela oração que Jesus venceu o Tentador desde o princípio (138) e no último combate da sua agonia (139). Foi ao seu combate e à sua agonia que Cristo nos uniu nesta petição ao nosso Pai. A vigilância do coração é lembrada com insistência (140) em comunhão com a sua. A vigilância é a «guarda do coração» e Jesus pede ao Pai que «nos guarde em seu nome» (141). O Espírito Santo procura incessantemente despertar-nos para esta vigilância (142). Esta petição adquire todo o seu sentido dramático, quando relacionada com a tentação final do nosso combate na terra: ela pede aperseverança final. «Olhai que vou chegar como um ladrão: feliz de quem estiver vigilante!» (Ap16, 15).
VII. «Mas livrai-nos do Mal»
2850. A última petição ao nosso Pai também está incluída na oração de Jesus: «Não peço que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno» (Jo 17, 15). Ela diz-nos respeito, a cada um pessoalmente, mas somos sempre «nós» que rezamos, em comunhão com toda a Igreja, pela libertação de toda a família humana. A oração do Senhor não cessa de nos abrir às dimensões da economia da salvação. A nossa interdependência no drama do pecado e da morte transforma-se em solidariedade no corpo de Cristo, em «comunhão dos santos» (143).
2851. Nesta petição, o Mal não é uma abstracção, mas designa uma pessoa, Satanás, o Maligno, o anjo que se opõe a Deus. O «Diabo» («dia-bolos») é aquele que «se atravessa» no desígnio de Deus e na sua «obra de salvação» realizada em Cristo.
2852. «Assassino desde o princípio, [...] mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44), «Satanás, que seduz o universo inteiro» (Ap 12, 9), foi por ele que o pecado e a morte entraram no mundo, e é pela sua derrota definitiva que toda a criação será «liberta do pecado e da morte» (144). «Sabemos que ninguém que nasceu de Deus peca, porque o preserva Aquele que foi gerado por Deus, e o Maligno, assim, não o atinge. Sabemos que somos de Deus e que o mundo inteiro está sujeito ao Maligno» (1 Jo 5, 18-19):
«O Senhor, que tirou o vosso pecado e perdoou as vossas faltas, tem poder para vos proteger e guardar contra as insídias do Diabo que vos combate, para que não vos surpreenda o inimigo que tem o hábito de engendrar a culpa. Mas quem a Deus se entrega não tem medo do Diabo. Porque "se Deus está por nós, quem contra nós?"(Rm 8, 31)» (145).
2853. A vitória sobre o «príncipe deste mundo» (146) foi alcançada, duma vez para sempre, na «Hora» em que Jesus livremente Se entregou à morte para nos dar a sua vida. Foi o julgamento deste mundo, e o príncipe deste mundo foi «lançado fora» (147). «Pôs-se a perseguir a Mulher»(Ap 12, 13) (148), mas não logrou alcançá-la: a nova Eva, «cheia da graça» do Espírito Santo, foi preservada do pecado e da corrupção da morte (Imaculada Conceição e Assunção da santíssima Mãe de Deus, Maria, sempre Virgem). Então, «furioso contra a Mulher, foi fazer guerra contra o resto da sua descendência» (Ap 12, 17). Eis porque o Espírito e a Igreja rogam: «Vem, Senhor Jesus!» (Ap 22, 17.20), já que a sua vinda nos libertará do Maligno.
2854. Ao pedirmos para sermos libertados do Maligno, pedimos igualmente para sermos livres de todos os males, presentes, passados e futuros, dos quais ele é autor ou instigador. Nesta última petição, a Igreja leva à presença do Pai toda a desolação do mundo. Com a libertação dos males que pesam sobre a humanidade, a Igreja implora o dom precioso da paz e a graça da espera perseverante do regresso de Cristo. Orando assim, antecipa na humildade da fé a recapitulação de todos e de tudo, n'Aquele que «tem as chaves da morte e da morada dos mortos» (Ap 1, 18), «Aquele que é, que era e que há-de vir, o Todo-Poderoso» (Ap 1, 8) (149):
«Livrai-nos de todo o mal, Senhor, e dai ao mundo a paz em nossos dias, para que, ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e de toda a perturbação, enquanto esperamos a vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador» (150)

2856. «Depois, acabada a oração, dizes: Ámen, subscrevendo com esta palavra, que significa «Assim seja» (154), o conteúdo desta oração que Deus nos ensinou» (155).

EVANGELHO MATEUS 6, 7-15
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: ”Quando orardes, não useis muitas palavras, como fazem os pagãos. Eles pensam que serão ouvidos por força das muitas palavras. Não sejais como eles, pois vosso Pai sabe do que precisais, muito antes que vós o peçais. Vós deveis rezar assim: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; 10 venha o teu Reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como nos céus. 11 O pão nosso de cada dia dá-nos hoje. 12 Perdoa as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. 13 E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.
14 De fato, se vós perdoardes aos homens as faltas que eles cometeram, vosso Pai que está nos céus também vos perdoará. 15 Mas, se vós não perdoardes aos homens, vosso Pai também não perdoará as faltas que vós cometestes”.
SEXTA-FEIRA DA 11ª SEMANA DO TEMPO COMUM C
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